Cerca de 100 milhões de raios caem todos os anos no Brasil, sendo hoje o país com maior incidência de raios em todo o mundo, causando enormes prejuízos a equipamentos e aparelhos eletro-eletrônicos. Apesar da proteção dos pára-raios, a queda de um raio produz um campo eletromagnético que se irradia por toda região como uma descarga indireta de energia, principalmente pelas redes elétricas e de telecomunicações. Ao atingir a rede de distribuição de energia elétrica de uma cidade, essa descarga indireta acaba provocando um aumento momentâneo de tensão, ou sobretensão transitória, que pode causar danos irreparáveis em  aparelhos eletro-eletrônicos.

O DPS (Dispositivo Protetor de Surto)  oferece uma solução completa e de alta performance contra sobretensões conduzidas pelas linhas de energia elétrica, protegendo com total segurança os equipamentos eletro-eletrônicos. O DPS é altamente recomendado em todas as instalações elétricas, em especial nas regiões onde a incidência de raios é bastante elevada. Pode ser instalado nos esquemas de circuitos elétrico com sistemas de aterramento TN-C, TN-S, TN-C-S e TT, em conformidade com as principais normas da ABNT NBR 5410.

Um raio pode causar danos a equipamentos eletro-eletrônicos de 3 maneiras
Direta: quando o raio atinge uma edificação e causa danos tanto na construção quanto nos equipamentos. A proteção nesse caso é feita através de pára-raios, tipo Franklin e/ou gaiola de Faraday.
Indireta: quando o raio cai nas proximidades de uma edificação e sua sobrecarga danifica equipamentos através de rede elétrica. A proteção contra esse problema é através de aterramento elétrico com dispositivos protetores de surtos (DPS).

Interferência Eletromagnética: quando um raio cai em um edifício vizinho e gera potentes ondas eletromagnéticas capazes de induzir tensões perigosas para qualquer equipamento eletrônico. A solução são dispositivos protetores de surtos (DPS) específicos para cada aparelho.
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